{"id":1151,"date":"2020-07-10T15:14:49","date_gmt":"2020-07-10T18:14:49","guid":{"rendered":"https:\/\/stimaenergia.com.br\/?p=1151"},"modified":"2020-07-10T15:14:49","modified_gmt":"2020-07-10T18:14:49","slug":"a-energia-eletrica-e-cara-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/stimaenergia.com.br\/index.php\/a-energia-eletrica-e-cara-no-brasil\/","title":{"rendered":"A energia el\u00e9trica \u00e9 cara no Brasil?"},"content":{"rendered":"<p>Um estudo divulgado no ano passado (2019) pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.worldbank.org\/pt\/news\/feature\/2018\/05\/18\/sustainable-development-goal-7-energy-access-all\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">Banco Mundial<\/a>\u00a0revelou que 13% da popula\u00e7\u00e3o mundial n\u00e3o tem acesso \u00e0 energia el\u00e9trica. No Brasil, cerca de 1 milh\u00e3o de pessoas se encontram nessa situa\u00e7\u00e3o, sendo grande parte delas na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, conforme aponta um levantamento realizado pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/Tecnologia\/noticia\/2019\/11\/mais-de-990-mil-pessoas-vivem-sem-energia-eletrica-na-regiao-amazonica.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">Instituto de Energia e Meio Ambiente &#8211; IEMA<\/a>. Aspectos financeiros e de poder aquisitivo das fam\u00edlias que vivem em situa\u00e7\u00e3o de pobreza s\u00e3o um dos motivos que implicam na inacessibilidade \u00e0 energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos meses, a\u00a0<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2020\/05\/05\/inadimplencia-na-conta-de-luz-sobe-de-3percent-para-12percent-apos-coronavirus-diz-ministerio.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">inadimpl\u00eancia do setor el\u00e9trico<\/a>\u00a0saltou de 3% para 12%, segundo o Minist\u00e9rio de Minas e Energia, diante do cen\u00e1rio de crise econ\u00f4mica decorrente da pandemia de Covid-19 e da normatiza\u00e7\u00e3o que impede cortes de energia por falta de pagamento. Essa e outras consequ\u00eancias da redu\u00e7\u00e3o da atividade econ\u00f4mica por conta do coronav\u00edrus, como a queda da demanda por energia, justificaram a cria\u00e7\u00e3o da chamada conta-Covid, um socorro de at\u00e9 R$ 16,1 Bilh\u00f5es \u00e0s distribuidoras de energia, a porta de entrada de recursos do setor el\u00e9trico.<\/p>\n<p>Com base nesse cen\u00e1rio, surge a quest\u00e3o: a energia el\u00e9trica \u00e9 cara no Brasil? Neste artigo, trataremos sobre o impacto financeiro do valor da energia para consumo dom\u00e9stico no Brasil, os rendimentos no setor el\u00e9trico, flutua\u00e7\u00e3o cambial e outros aspectos que nos ajudam a compreender quais s\u00e3o os elementos que comp\u00f5em o valor da energia el\u00e9trica e o peso desta conta na renda das fam\u00edlias no pa\u00eds.<\/p>\n<p>No in\u00edcio deste ano, para desconstruir a vis\u00e3o simplificada e certos estere\u00f3tipos que desconsideram a complexidade por tr\u00e1s da forma\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o da energia, o Instituto Acende Brasil publicou um\u00a0<em>white paper<\/em>\u00a0que trata sobre a evolu\u00e7\u00e3o das tarifas de energia el\u00e9trica e a formula\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>A conclus\u00e3o do estudo, ao comparar dados elaborados pela\u00a0<em>Global Petrol Prices<\/em>, foi de que a energia no Brasil \u00e9 37\u00aa mais cara do mundo, em um ranking com 110 pa\u00edses, com um custo de US$ 0,18 por Kwh. B\u00e9lgica, Dinamarca, Alemanha e Bermudas possuem as tarifas mais altas, com mais de US$ 0,30 por Kwh. Birm\u00e2nia, Egito, Ir\u00e3 e Catar t\u00eam um custo inferior a US$ 0,05 por Kwh. O Brasil fica \u00e0 frente da Argentina, China, \u00cdndia e M\u00e9xico (US$ 0,08), Cor\u00e9ia do Sul (US$ 0,11), Estados Unidos (US$ 0,14) e da maioria dos pa\u00edses em desenvolvimento. Por outro lado, a maioria dos pa\u00edses europeus possuem tarifas mais caras que a nossa.<\/p>\n<p>O documento apresenta v\u00e1rios dados, como a evolu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os da tarifa de energia em compara\u00e7\u00e3o com os \u00edndices de infla\u00e7\u00e3o. Entre 2010 e 2019, a conta de luz aumentou 68,56%, enquanto o \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) cresceu 68,71%. Outro dado interessante trazido pelo estudo foi a distribui\u00e7\u00e3o do dinheiro no setor. As empresas de transmiss\u00e3o s\u00e3o as que possuem a menor parcela, em 2010 era de 8,2% e em 2019 foi reduzida a 6,8%. J\u00e1 as de distribui\u00e7\u00e3o caiu de 36% em 2010 para 28% em 2019. O \u00fanico segmento que aumentou foi o de gera\u00e7\u00e3o, de 33% para 44% nesse mesmo per\u00edodo. O motivo do aumento foi a estiagem e acionamento de usinas termel\u00e9tricas para suprir a falta de gera\u00e7\u00e3o h\u00eddrica.<\/p>\n<p>Comparativo Tarifas Residenciais, segundo Instituto Acende<\/p>\n<div class=\"slate-resizable-image-embed slate-image-embed__resize-full-width\"><img src=\"https:\/\/media-exp1.licdn.com\/dms\/image\/C4D12AQGiwwqTRGlqLg\/article-inline_image-shrink_1500_2232\/0?e=1599696000&amp;v=beta&amp;t=92VcthS21n9uhGzU4h-OITt3wEL0ykTabCRkSM1pHNY\" alt=\"No alt text provided for this image\" data-media-urn=\"\" data-li-src=\"https:\/\/media-exp1.licdn.com\/dms\/image\/C4D12AQGiwwqTRGlqLg\/article-inline_image-shrink_1500_2232\/0?e=1599696000&amp;v=beta&amp;t=92VcthS21n9uhGzU4h-OITt3wEL0ykTabCRkSM1pHNY\" \/><\/div>\n<p>Um ponto rebatido pelo\u00a0<em>white paper<\/em>\u00a0\u00e9 a acusa\u00e7\u00e3o de que empresas de energia t\u00eam obtido lucros abusivos. Uma an\u00e1lise realizada pela KPMG apontou que o valor econ\u00f4mico agregado de 47 empresas de energia &#8211; entre geradoras, transmissoras e distribuidoras \u2013 no per\u00edodo de 2011 a 2018, foi negativo em R$ 145,3 bilh\u00f5es. O valor econ\u00f4mico agregado corresponde ao retorno l\u00edquido da empresa, considerando n\u00e3o apenas o lucro operacional, mas tamb\u00e9m o custo de oportunidade do capital imobilizado. No per\u00edodo analisado, o \u00fanico ano azul foi 2016, quando as empresas de transmiss\u00e3o foram ressarcidas pela Uni\u00e3o pela revers\u00e3o de ativos ainda n\u00e3o depreciados ou amortizados. Com base nestes dados, o estudo afirma que o retorno das empresas do setor el\u00e9trico brasileiro tem sido inferior ao custo de capital regulat\u00f3rio.<\/p>\n<p>A tarifa m\u00e9dia residencial de energia \u00e9 composta por cinco fatores: gera\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o, transmiss\u00e3o, perdas e encargos. Em dezembro do ano passado (2019), segundo a ANEEL, a composi\u00e7\u00e3o desse valor era, em m\u00e9dia, 44% para cobrir os custos de gera\u00e7\u00e3o, 28% para distribui\u00e7\u00e3o, 7% para transmiss\u00e3o, 10% para perdas e 11% para encargos (taxas utilizadas para manuten\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es como ANEEL, EPE e o ONS e para cria\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas). Contudo, note que o rateio apresentado no estudo n\u00e3o inclui o principal item da tarifa, os impostos, que incidem ao longo de toda a cadeia. Somente o ICMS do Rio de Janeiro pode chegar a ser respons\u00e1vel por 32% do valor da conta de luz, 30% em Minas e Rio Grande do Sul e 25% em S\u00e3o Paulo. Compondo os impostos nos n\u00fameros da Aneel de 2019, vemos que a maior parte da conta de eletricidade das fam\u00edlias \u00e9 composta de impostos e encargos, 42,6% (ICMS RJ) e 36,7% (ICMS SP), por exemplo.<\/p>\n<p>Pol\u00eamicos, os subs\u00eddios do setor el\u00e9trico tamb\u00e9m contribuem para a composi\u00e7\u00e3o do valor da conta de energia. Em 2020, os consumidores podem ter que pagar at\u00e9 R$ 20,6 bilh\u00f5es para cobrir esses incentivos. Esses recursos s\u00e3o utilizados para custear pol\u00edticas p\u00fablicas do setor el\u00e9trico como descontos tarif\u00e1rios para fam\u00edlias de baixa renda, compra de combust\u00edvel para gera\u00e7\u00e3o de energia em regi\u00f5es isoladas, incentivos para fontes alternativas, como e\u00f3lica e solar, al\u00e9m de incentivos setoriais, como para agricultura.<\/p>\n<p>Assim como grande parte da ind\u00fastria, o setor el\u00e9trico tamb\u00e9m foi severamente afetado pela pandemia ocasionada pelo Covid-19. Dada a redu\u00e7\u00e3o no consumo e a maior inadimpl\u00eancia de clientes, o governo estruturou um grupo de bancos que providenciar\u00e1 empr\u00e9stimos de at\u00e9 R$16,1 bilh\u00f5es \u00e0s distribuidoras de energia, que dever\u00e3o ser quitados em cinco anos com repasse de custos aos consumidores. Somados a outros incentivos, como os subs\u00eddios, esses custos impactam diretamente na conta de energia.<\/p>\n<p>Todos esses dados, embora tracem um panorama importante do setor el\u00e9trico no Brasil, n\u00e3o respondem de forma completa \u00e0 pergunta que intitula este artigo. Afinal, a compara\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os entre pa\u00edses \u00e9 sempre um grande desafio, dada \u00e0s diferen\u00e7as de renda, matriz energ\u00e9tica, c\u00e2mbio e pol\u00edticas econ\u00f4micas de forma mais ampla.<\/p>\n<p>Voltando para o setor el\u00e9trico, n\u00e3o h\u00e1 um estudo espec\u00edfico que enfatize o real valor de forma proporcional \u00e0 renda das fam\u00edlias. No entanto, acontecimentos como flutua\u00e7\u00f5es na cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar podem fazer com que a energia brasileira fique mais barata quando comparada a outros pa\u00edses, mesmo sem apresentar um menor custo para a popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>Uma forma de tentar entender o assunto de forma mais aprofundada pode ser com base em uma an\u00e1lise de quanto o custo da energia representa no or\u00e7amento das fam\u00edlias. Segundo dados do IPCA, de fevereiro de 2020, o grupo de energia el\u00e9trica residencial representa, em m\u00e9dia, 4,3% na renda do brasileiro. Por\u00e9m, esse valor varia para cada regi\u00e3o do pa\u00eds. Em Bel\u00e9m, ele representa 7,18%, no Rio de Janeiro, 5,49%, em S\u00e3o Paulo, 3,78% e no Distrito Federal \u201capenas\u201d 2,67%.<\/p>\n<div class=\"slate-resizable-image-embed slate-image-embed__resize-full-width\"><img src=\"https:\/\/media-exp1.licdn.com\/dms\/image\/C4D12AQHoWUOd_cbcYw\/article-inline_image-shrink_1500_2232\/0?e=1599696000&amp;v=beta&amp;t=jCdovh2e786b3WX_EGdu3GZH5J5Qv8EJnW1Tc4MpoMU\" alt=\"No alt text provided for this image\" data-media-urn=\"\" data-li-src=\"https:\/\/media-exp1.licdn.com\/dms\/image\/C4D12AQHoWUOd_cbcYw\/article-inline_image-shrink_1500_2232\/0?e=1599696000&amp;v=beta&amp;t=jCdovh2e786b3WX_EGdu3GZH5J5Qv8EJnW1Tc4MpoMU\" \/><\/div>\n<p>Nos Estados Unidos, o site\u00a0<a href=\"https:\/\/www.electricchoice.com\/blog\/percentage-income-electricity\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">Electric Choice<\/a>\u00a0comparou o gasto em energia nos diferentes estados do pa\u00eds, em 2016. Em m\u00e9dia, o consumidor americano gasta 2,15% de sua renda mensal com a conta de luz, o que \u00e9 a metade do que o brasileiro gasta. O isolado Hava\u00ed \u00e9 o estado com a energia mais cara do pa\u00eds, representando 4,5% do or\u00e7amento familiar do havaiano.<\/p>\n<div class=\"slate-resizable-image-embed slate-image-embed__resize-full-width\"><img src=\"https:\/\/media-exp1.licdn.com\/dms\/image\/C4D12AQF80GcHyTDndA\/article-inline_image-shrink_1500_2232\/0?e=1599696000&amp;v=beta&amp;t=kkx8tz7dxG16w0tldZW9M24n1e6nWAbgwVCujs8Aq1Y\" alt=\"No alt text provided for this image\" data-media-urn=\"\" data-li-src=\"https:\/\/media-exp1.licdn.com\/dms\/image\/C4D12AQF80GcHyTDndA\/article-inline_image-shrink_1500_2232\/0?e=1599696000&amp;v=beta&amp;t=kkx8tz7dxG16w0tldZW9M24n1e6nWAbgwVCujs8Aq1Y\" \/><\/div>\n<p>Na Inglaterra, o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ofgem.gov.uk\/data-portal\/energy-spend-percentage-total-household-expenditure-uk\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">Office of Gas and Electricity Markets<\/a>, instituto independente que produz estudos para o consumidor do Reino Unido, calcula que, em 2018, o brit\u00e2nico m\u00e9dio gastou 4% de seu or\u00e7amento com a conta de luz. No entanto, o \u00f3rg\u00e3o detalha que esse custo varia conforme a fatia de renda da fam\u00edlia. Para os 10% mais ricos, o custo da energia representa 2,6% do or\u00e7amento, enquanto para os 10% mais pobres, a energia custa 8,4% do or\u00e7amento.<\/p>\n<p>Esse n\u00famero \u00e9, em tese, validado pela composi\u00e7\u00e3o do IPCA no Brasil. Em Bras\u00edlia, cidade que possui o maior PIB per capita dentre as 9 que comp\u00f5e o IPCA, o gasto com energia representa apenas 2,6% do or\u00e7amento familiar. Enquanto Bel\u00e9m, a cidade com menor PIB per capita do grupo, o custo da conta de luz representa 7,18%.<\/p>\n<p>Inserindo no contexto da an\u00e1lise sobre o custo da energia, podemos dizer que: 1) a conta de energia no Brasil pesa o dobro na renda das fam\u00edlias quando comparado com os EUA; 2) em se comparando com pa\u00edses emergentes, nossa conta de luz \u00e9 a mais cara, conforme dados do Global Petrol Prices. Assim, podemos afirmar que a energia no Brasil \u00e9 sim cara, afinal ela ocupa um espa\u00e7o maior no or\u00e7amento familiar do que em outros pa\u00edses e, em valores absolutos, \u00e9 mais cara do que pa\u00edses com perfil demogr\u00e1fico e econ\u00f4mico similares ao nosso, como M\u00e9xico, Argentina e outros emergentes.<\/p>\n<p>Disso, podemos tomar dois caminhos, ou fazemos com que as fam\u00edlias aumentem a sua renda, sem, contudo, aumentar a despesa com energia, ou trabalhamos na redu\u00e7\u00e3o do custo da energia na renda do brasileiro. Nossa vis\u00e3o \u00e9 que o aumento de renda das fam\u00edlias pode acontecer justamente com um choque de energia barata. Devemos combater com todas as for\u00e7as aspectos que contribuem para uma conta de luz cara no Brasil, tais como: 1) as contas de subs\u00eddios, para mostrar o correto sinal econ\u00f4mico do produto para uma maior efici\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o e correta aloca\u00e7\u00e3o de custos por parte dos consumidores; 2) a interfer\u00eancia de grandes grupos nas ag\u00eancias reguladoras, para manter a correta independ\u00eancia e busca por efici\u00eancia em pre\u00e7o e qualidade nos monop\u00f3lios das concess\u00f5es e; 3) o uso da tarifa como instrumento de pol\u00edtica social e\/ou distributiva entre Estados, os impostos incidentes na tarifa s\u00e3o regressivos (oneram igualmente em termos percentuais o grande e o pequeno consumidor independente da renda).<\/p>\n<p>Estes pontos certamente fazem parte de uma agenda moderna para o setor el\u00e9trico e contribuem para a transpar\u00eancia do custo de energia para o consumidor brasileiro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo divulgado no ano passado (2019) pelo\u00a0Banco Mundial\u00a0revelou que<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":1152,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[30],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v15.3 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A energia el\u00e9trica \u00e9 cara no Brasil? 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